Os artigos publicados neste espaço, não se vinculam em nada à direcção de AEGBL, simplesmente servirá de fórum para partilhar as ideias, onde cada colaborador procurará transmitir a sua visão sobre a realidade das coisas e do mundo. Cada um será responsável pelos seus artigos, bem como a respectiva inconveniência que porventura vier a causar.
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Lamentável Situação dos Doentes, numa viagem sem regresso, AEGBL Lamenta muito por esta situação extremamente grave com os nossos compatriota.
Milhares de doentes dos PALOP chegam todos os anos para serem tratados em Portugal. Os acordos de cooperação são antigos. Portugal garante todos os tratamentos de saúde de graça e Angola, Moçambique, S. Tomé, Guiné e Cabo Verde deviam assegurar todas as outras despesas, como viagens, medicamentos, comida e dormida.
A verdade é que depois de terem alta dos hospitais estes doentes tornam-se num grave problema social. Primeiro porque as embaixadas ou não pagam os subsídios, ou pagam tarde e a más horas. Depois, porque ficam anos em tratamento e só sobrevivem graças aos assistentes sociais dos hospitais, muitos não têm dinheiro para os medicamentos, outros nem sequer para o bilhete de autocarro que os devia levar ao hospital para fazerem os tratamentos e, quase todos, tratam-se de barriga vazia.
Os médicos denunciam: estes doentes vêm morrer a Portugal e chegam tarde demais, muitos com diagnósticos errados e alguns até com diagnósticos falsos que lhes servem de bilhete de entrada no país e quando alguém entra desta forma significa que há alguém doente que ficou para trás e pode morrer.
Bubakar, uma das crianças retratada pela reportagem, morreu na madrugada desta segunda-feira, no Instituto Português de Oncologia, em Lisboa. A mãe ficou sozinha e ilegal em Portugal. Se Bubakar tivesse chegado a Portugal um ano e seis meses antes... poderia ter sido salvo!
A verdade é que depois de terem alta dos hospitais estes doentes tornam-se num grave problema social. Primeiro porque as embaixadas ou não pagam os subsídios, ou pagam tarde e a más horas. Depois, porque ficam anos em tratamento e só sobrevivem graças aos assistentes sociais dos hospitais, muitos não têm dinheiro para os medicamentos, outros nem sequer para o bilhete de autocarro que os devia levar ao hospital para fazerem os tratamentos e, quase todos, tratam-se de barriga vazia.
Os médicos denunciam: estes doentes vêm morrer a Portugal e chegam tarde demais, muitos com diagnósticos errados e alguns até com diagnósticos falsos que lhes servem de bilhete de entrada no país e quando alguém entra desta forma significa que há alguém doente que ficou para trás e pode morrer.
Bubakar, uma das crianças retratada pela reportagem, morreu na madrugada desta segunda-feira, no Instituto Português de Oncologia, em Lisboa. A mãe ficou sozinha e ilegal em Portugal. Se Bubakar tivesse chegado a Portugal um ano e seis meses antes... poderia ter sido salvo!
Mensagem do Presidente da Associação de Estudantes da Guine-Bissau em Liboa
Em primeiro lugar queria agradecer profundamente a todos colegas da nova Associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Lisboa, aos nossos familiares, nossos amigos e a todas as pessoas singulares e colectivas que participaram e ajudaram na realização do nosso projecto.
A nova Direcção da Associação de Estudantes da Guiné-Bissau em Lisboa, vem para trabalhar com e para todos os estudantes Guineenses em Lisboa e Portugal, o nosso projecto aparece para resolver problema dos nossos colegas.
Nós queremos contar com ajuda da Embaixada da Guiné-Bissau em Portugal as Instituições Publicas ou Privadas, Universidades, Autarquias e as Associações. Para resolução dos nossos problemas em todas as áreas; desde estágios profissionais, bolsas de estudos, organização de vários eventos de diversas áreas, Desporto, Cultura, Recreativo e Acção Social .
O Presidente
Ednilson dos Santos
O Presidente
Ednilson dos Santos
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